sexta-feira, 18 de março de 2011

Eleições presidenciais na Nigéria se aproximam



Uma rua comum na Nigéria
Apenas algumas semanas das eleições nacionais de 2011 na Nigéria em 09 de abril, as campanhas e a violência caminham juntas e continuam em pleno andamento, chamando as igrejas da tensa nação a orarem.
A explosão de uma bomba perto do comício do Partido Democrata Popular (PDP) na campanha em Suleja, perto da capital Abuja, deixou pelo menos 14 pessoas mortas.
No Norte, os membros da seita radical islâmica Boko Haram teriam continuado a sua fúria contra o governo federal, matando dois policiais.
A violência étnica e religiosa também continua perto da cidade de Jos.
Desde o fim do regime militar em 1999, o candidato do PDP tem ganhado todas as eleições presidenciais. Por tradição, o PDP alternou o poder entre o norte e o sul, depois de cumprir dois mandatos. Mas esse padrão foi interrompido quando o presidente Umaru Yar”Adua (um nortista) morreu antes do cumprimento de seu primeiro mandato de quatro anos, elevando assim, o seu suplente, o vice Goodluck Jonathan (um sulista) no poder.
Como a equação política alterada significativamente, as tensões aceleraram entre os conservadores, principalmente da parte norte do país, que insistem em que o atual presidente não deve concorrer à eleição. Jônatas, porém, derrotou seu rival nas primárias do partido PDP no norte.
Quatro principais candidatos surgiram na corrida para a presidência:
• Presidente Goodluck Jonathan (um cristão) carrega a bandeira do Partido Democrata Popular (PDP), depois de derrotar o ex-vice-presidente Alhaji Atiku Abubakar.
• Mallam Nuhu Ribadu foi escolhido como o candidato de consenso do Congresso da Acção da Nigéria (CAN).
• Muhammadu Buhari do Congresso para Transformação Progressista (CPC) emergiu como o candidato de consenso do seu partido.
• Mallam Shekarau Ibrahim, governador do Estado de Kano, derrotou outros aspirantes do Partido Político Nigéria (ANPP).
“Ao que tudo indica a batalha para a presidência da Nigéria será, provavelmente, entre o presidente Jonathan e Mallam Nuhu Ribadu”, disse Rudolf Ogoo Okonkwo, um repórter de longa data no país.
A perspectiva de Ribadu emergindo como um oponente formidável de Jonathan parece depender se os partidos opositores se unirem em torno de sua candidatura. “Até agora, não há nenhuma indicação de que tal acordo será feito um mês antes da eleição”, disse Okonkwo.
Com informações de Portas Abertas

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