sexta-feira, 8 de abril de 2011

Polícia investiga com quem Wellington aprendeu a manusear revólveres e carregadores

Polícia investiga com quem Wellington aprendeu a manusear revólveres e carregadores. RIO - O homem que provocou a tragédia de quinta-feira entrou na escola com duas armas e mais de 70 projéteis. Um revólver calibre 38 está com a numeração raspada, o que impede a polícia de rastrear sua origem. O outro revólver, um calibre 32, pe
rtence a um homem já falecido. Um dos filhos dele foi localizado em sua casa, em Botafogo, e levado para depor na Divisão de Homicídios (DH). Ele disse aos policiais que a arma fora roubada em 1993, levando a polícia a praticamente descartar seu envolvimento com o assassino.Wellington Menezes de Oliveira tinha ainda em sua mochila pelo menos 12 speed loaders, um acessório usado para carregar as seis balas de um revólver com rapidez. A peça, segundo especialistas em armas, pode ser comprada por qualquer pessoa em lojas que vendem equipamentos de caça e pesca por até R$ 30, cada. De acordo com policiais, Wellington teria feito cerca de 50 disparos dentro da escola apenas com o revólver calibre 38 e, por isso, teria usado pelo menos nove Speed Loaders. A polícia encontrou com Wellington 22 balas intactas. Apesar de não ter formação militar ou policial, Wellington mostrou habilidade incomum para manusear o revólver. A polícia vai investigar se ele recebeu algum tipo de treinamento ou foi ajudado no planejamento do crime. Os policiais esperam encontrar informações no computador apreendido na casa do assassino, em Sepetiba, mas a tarefa não será fácil, pois ele destruiu o disco rígido. Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática vão tentar descobrir com quem Wellington se relacionou na internet nos últimos meses e que comunidades no Orkut ele visitou. Imagens não ajudam polícia A polícia também recuperou na Escola Municipal Tasso da Silveira as fitas com imagens do circuito interno. Nelas, é possível ver o assassino entrando nas salas de aula e as crianças correndo pelo corredor em desespero. As cenas já foram analisadas, mas, para a polícia, não acrescentam muito mais. Todos os professores serão chamados para depor. Pelo menos quatro foram ontem à Divisão de Homicídios. Entre elas, a que estava na sala onde Wellington fez os primeiros disparos. Ela chorou muito e estava acompanhada de um médico. Também depôs a professora de literatura que se encontrou com o assassino na entrada da escola. Também depôs um primo de Wellington. A polícia está traçando um perfil do assassino. Já se sabe que ele não tem antecedentes criminais e que ele nunca freqüentou mesquita, descartando assim qualquer ligação dele com o islamismo. A única informação que os policiais confirmam é que ele freqüentou uma Igreja Testemunha de Jeová. Também prestaram depoimento três PMS, um bombeiro e mais duas educadoras. Agora se procura levantar dados sobre o comportamento de Wellington de oliveira, o franco atirador de realengo, no rio de janeiro. - o que nos falta, a todos, è uma educação básica no lar, vinda de nossos familiares mais diretos. - as pessoas são inconseqüentes e debocham de outros seres humanos, tidos como diferentes, e os humilham de forma cruel. As igrejas, ao contrário de prestar ajuda financeira e apoio moral aos mais carentes, se mantêm na busca de "dízimos e ofertas levantadas por sacerdotes e missionários". Enquanto isso os órgãos oficiais trabalham em busca de uma maneira de destacar os nomes de políticos, possíveis candidatos às próximas eleições. As tevês e emissoras de rádios só falam da miséria humana exposta nos programas de realidade de vida confinada. E ainda as novelas mostram luxuosas residências e de uma vida nababesca de seus intérpretes que, não se sacrificam por seus irmãos, pais e por seus semelhantes em geral. Dêm atenção aos nossos jovens que se formam a partir do meio ambiente em que vivem. Não me venham culpar o "pistoleiro" pela barbárie praticada no rio de janeiro. A potencialidade daquele jovem foi desencadeada por falta de atenção de seus parentes, colegas e professores. Além de não ter assistência dos órgãos competentes. =//=O massacre mais brutal da história do Brasil, ocorrido ontem na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, durou cerca de 15 minutos. Nesse período, o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, disparou mais de cem tiros em duas salas do colégio. Ao todo, 12 crianças morreram - dez meninas e dois meninos. Até ontem à noite, quatro crianças ainda estavam em estado grave. Uma testemunha contou que Wellington Menezes de Oliveira usava fone de ouvido e ria enquanto atirava. Ele entrou na escola de mil alunos, com cerca de 400 naquele turno da manhã, após dizer que tinha ido buscar seu histórico escolar. Bem vestido, de camisa verde, calça e sapatos pretos e mochila nas costas, ele subiu direto para a sala de leitura, onde foi reconhecido pela ex-professora Doroteia. “Veio fazer palestra para os alunos?”, ela perguntou, referindo-se à programação de encontros com ex-alunos bem-sucedidos para comemorar os 40 anos da escola. Não era o caso de Wellington. Doroteia pediu que ele esperasse, pois estava ocupada. Minutos depois, começou a tragédia. Ele saiu da sala, largou a mochila, colocou o cinturão com carregadores, entrou em uma sala e anunciou: “Vim fazer a palestra”. Em seguida, mirou na cabeça das crianças da primeira fila e a disparou com um revólver 38. A outra arma, um revólver 32, não foi usada. Meninas eram maioria na sala e sentavam na frente, segundo a polícia. Segundo relatos, ele mandava que os alunos fossem para a parede. Indiferente às súplicas, atirava na cabeça. Alguns estudantes se jogaram debaixo das mesas. Outros tentaram fugir. Quando Wellington parou de atirar para recarregar a arma, Patrick Figueiredo, de 14 anos, saiu correndo de mãos dadas com uma amiga. Wellington acertou a menina, Patrick escorregou em uma poça de sangue e quebrou o dedo do pé. Em seguida, Wellington foi para a sala em frente e fez novos disparos. No andar de cima, uma professora ouviu os tiros e mandou que os adolescentes subissem para o auditório, no 4.º andar. Professores trancaram a porta e colocaram cadeiras e armários para bloquear a entrada. É bom estabelecer um esquema de investigação profunda na vida desse rapaz que deve ter sofrido uma lavagem cerebral, para se tornar um homem bomba. É muita coincidência isso acontecer logo após a visita de Obama e antes dos eventos esportivos programados.

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