sábado, 3 de setembro de 2011

Bebidas alcoólicas




No mundo ocidental, a cerveja, o vinho ou outras bebidas alcoólicas têm sido associadas a eventos memoráveis, ocasiões felizes, feriados e importantes transações comerciais. Aparentemente, existe um aspecto limpo e bonito das bebidas alcoólicas. Elas não só se tornaram socialmente aceitáveis mas, também, uma “necessidade” em certas circunstâncias. Infelizmente, existe outro lado do álcool que aqueles que ganham a vida de seu comércio não querem que seus clientes em potencial vejam.


1. Que diz a Bíblia sobre os efeitos prejudiciais do álcool? Pv 23:29-35. Por sua própria experiência, que efeitos devastadores do uso desse veneno você viu?


A bela imagem do vinho picando como uma serpente e envenenando como uma víbora é poderosa. A composição química do álcool é tratada pelo corpo humano não como alimento, mas como uma substância tóxica. Bastam alguns minutos para ser absorvido no estômago e transportado pela circulação sanguínea para o cérebro, pulmões, rins e coração. O fígado é especialmente sobrecarregado a fim de processar uma substância que requer horas de muito trabalho para quebrar. Quando a presença do álcool é crônica e prolongada significativamente, os órgãos se deterioram e a pessoa sofre de uma ou mais enfermidades.



Infelizmente, os efeitos do álcool vão além do bebedor. O consumo do álcool traz consigo um custo social terrível. Metade de todos os acidentes de automóvel e no local de trabalho estão relacionados com o álcool. Muitos crimes são cometidos sob o efeito do álcool. Muito dinheiro público e privado é consumido para prover cuidados de saúde a fim de curar doenças provocadas diretamente pelo álcool. E, chegando mais perto da família, frequentemente, os pais, o cônjuge e os filhos do viciado são vítimas de abuso verbal e físico.


O álcool, assim como qualquer outra substância psicoativa, afeta nossa habilidade de fazer as escolhas morais corretas; sob sua influência, as pessoas tendem a escorregar cada vez mais e mais fundo no pecado.


Os que estão presos a qualquer tipo de abuso de substâncias precisam perceber seu problema e sua necessidade da ajuda de um poder maior que eles mesmos – e isso inclui a graça de Deus, o apoio da família ou de uma comunidade religiosa atenciosa e o tratamento prescrito por profissionais qualificados (se possível).

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